Descobrindo alguns porques...
Palaiseau - França - 01/09/05
Começaram as aulas do departamento de humanidades. Todos os meus veteranos aconselharam para eu escolher desenho, pintura, escultura ou afins, isto é um curso que eu nao precisasse estudar mais. seria muito bom, mas ai eu lembrei que eu desenho tao bem que os meus homens de traços fazem todos parte de um circo de aberraçoes de tao tortos que sao. Um momento para retomar uma carreira frustrada de pintor? Nao, nao comecei desenhando jiboias abertas e fechadas. Do meu primeiro desenho na pré-escola, lembro até hoje a frase que a tia Tânia, acho que era assim como eu a chamava, no longinquo 1990, escreveu no meu desenho: Ininteligivel! Suficiente para acabar com a pretensao artistica de qualquer ser humano. Com essa frase ecoando na minha cabeça fiz a escolha mais logica: "Vou estudar antropologia".
E hoje começou o meu primeiro curso de antropologia na lingua francesa. Nao foi algo que eu chamaria de facil, mas depois de alguns meses nessa escola seu conceito de dificuldade e nada, sao iguais presque partout (em quase toda parte).
Mas a descoberta nao foi essa. Apos o curso tinhamos aula de filosofia, Russeau e a questao do mal, era o tema da aula, com o filosofo mais conhecido na França, na atualidade: Alain Finkelkraut. Para os estrangeiros o curso é opcional, e nao precisariamos fazer prova. Nunca tinhamos entendido o porquê. a razao veio logo a tona, e nao foi nada agradavel: Nao sabemos francês. Exatamente, nao entendiamos o que ele dizia, e isso nao foi minha opiniao todos os estrangeiros nao francofonos, libaneses e canadenses seria covardia, falaram o mesmo.
Depois de 6 meses nesse pais você fala: pode mandar que eu aguento!
Aguenta? aguenta nada!
Começaram as aulas do departamento de humanidades. Todos os meus veteranos aconselharam para eu escolher desenho, pintura, escultura ou afins, isto é um curso que eu nao precisasse estudar mais. seria muito bom, mas ai eu lembrei que eu desenho tao bem que os meus homens de traços fazem todos parte de um circo de aberraçoes de tao tortos que sao. Um momento para retomar uma carreira frustrada de pintor? Nao, nao comecei desenhando jiboias abertas e fechadas. Do meu primeiro desenho na pré-escola, lembro até hoje a frase que a tia Tânia, acho que era assim como eu a chamava, no longinquo 1990, escreveu no meu desenho: Ininteligivel! Suficiente para acabar com a pretensao artistica de qualquer ser humano. Com essa frase ecoando na minha cabeça fiz a escolha mais logica: "Vou estudar antropologia".
E hoje começou o meu primeiro curso de antropologia na lingua francesa. Nao foi algo que eu chamaria de facil, mas depois de alguns meses nessa escola seu conceito de dificuldade e nada, sao iguais presque partout (em quase toda parte).
Mas a descoberta nao foi essa. Apos o curso tinhamos aula de filosofia, Russeau e a questao do mal, era o tema da aula, com o filosofo mais conhecido na França, na atualidade: Alain Finkelkraut. Para os estrangeiros o curso é opcional, e nao precisariamos fazer prova. Nunca tinhamos entendido o porquê. a razao veio logo a tona, e nao foi nada agradavel: Nao sabemos francês. Exatamente, nao entendiamos o que ele dizia, e isso nao foi minha opiniao todos os estrangeiros nao francofonos, libaneses e canadenses seria covardia, falaram o mesmo.
Depois de 6 meses nesse pais você fala: pode mandar que eu aguento!
Aguenta? aguenta nada!

1 Comments:
Então foi a tia Tania, a culpada do Brasil perde tão ilustre pintor!!!
bjs
Valdete
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